SOBREPESO É BOM TRATAR

CRESCIMENTO ACELERADO

24 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NÃO DEVEMOS NOS ESQUECER QUE O ADOLESCENTE OBESO SOFRE UM PRECONCEITO INTENSO,


MUITAS VEZES SENDO MOTIVO DE BULLYING, MAS É DESDE A 1ª INFÂNCIA E DA INFÂNCIA QUE NOSSOS HÁBITOS ALIMENTARES SÃO FORMADOS E A FAMÍLIA É QUEM MAIS INFLUENCIA O COMPORTAMENTO ALIMENTAR DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES. É A REAL CONDIÇÃO DO ADOLESCENTE OBESO.

O preconceito que o adolescente obeso sofre é intenso. Os adolescentes obesos já estão cansados de serem julgados primeiramente pelo seu peso e depois pela sua personalidade. Pessoas gordas ou são muitas vezes ignoradas ou são expostas ao ridículo. A maioria dos comentários sobre os obesos são negativos. Os jovens são constantemente humilhados e frequentemente apresentam alterações psicológicas que levam para a fase adulta comprometendo relacionamentos pessoais, relacionamentos profissionais, convívio com outras pessoas, etc. Vários fatores influenciam o comportamento alimentar do adolescente. O comportamento alimentar é uma resposta a estímulos. Mecanismos que formam a base do processo de comer estão localizados no hipotálamo do cérebro, onde os centros de fome e saciedade estão localizados. Estímulos externos incluem a aparência, cheiro e sabor dos alimentos. Como estímulos internos, temos sensações percebidas como a fome ou a saciedade. 
Estes fatores têm papel importante mas não necessariamente causam a obesidade. Existem 2 tipos de comportamento alimentar os comedores contidos e os irrestritos. Os comedores contidos limitam sua ingestão de alimentos abaixo da saciedade completa ou sensação de plenitude, enquanto os comedores irrestritos comem até o ponto de saciedade completa. As crianças pequenas geralmente são comedoras irrestritas e na adolescência são forçados a controlar o que comem, no entanto o medo e o tédio muitas vezes estimulam os adolescentes a comer mais. Se este adolescente não for controlado, pode tornar-se incontrolável e começa a acumular gordura. Os adolescentes obesos, muitas vezes têm os padrões alimentares alterados. Os mais frequentes são: consumo desequilibrado de alimentos com alto teor energético e baixa concentração de nutrientes, prefere um pedaço de bolo a uma fruta; interpretação de sentimentos de situações diversas do porque comemos; se alimentam com quantidades de alimentos além das necessidades fisiológicas; culpa por comer em qualquer circunstância; falta de compreensão dos nutrientes necessários para o organismo; falta de vontade de comer com outras pessoas, incluindo membros da família; falta de estrutura nos padrões alimentares; falta de sociabilidade associado com os padrões de alimentação; comer à noite; compulsão alimentar; comer apenas no final do dia e não fazem o desjejum e não sabe fracionar as refeições; refere sentir náuseas quando faz o desjejum; falta de controle sobre a ingestão de alimentos; comer rapidamente e indiscriminadamente. 
A família tem a maior influência no comportamento alimentar do adolescente. Esta influência pode ser positiva ou negativa. Em uma família disfuncional, o que vemos muitas vezes na população estudantil, é a influência negativa. Pouco tempo é gasto na preparação das refeições e o "jantar de família" típica quase não existe mais. A maioria dos adolescentes com dietas pobres costumam comer sozinho ou com amigos, em vez de com a família. Refeições nutricionalmente balanceadas não são comuns. As preparação dos alimentos tende a ser fácil, no micro-ondas e sem conteúdo nutricional adequado. Os hábitos alimentares são estabelecidos nos primeiros estágios da vida. Superalimentação na infância pode aumentar o número de células de gordura em um bebê para 100 bilhões (crianças com peso normal tem entre 25 a 30 bilhões de células de gordura). Embora seja importante para garantir que as crianças têm uma ingestão adequada de energia, também é importante para limitar a gordura e aumentar a ingestão de fibra em suas dietas. Embora a ingestão calórica não esteja diretamente relacionada à obesidade é necessário para limitar a ingestão excessiva de energia. Isso precisa começar na infância e na primeira infância. Alguns pais tendem a usar a comida como a panaceia para todos os problemas e, assim, o risco de superalimentação.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. Os adolescentes obesos já estão cansados de serem julgados primeiramente pelo seu peso e depois pela sua personalidade...
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3 Superalimentação na infância pode aumentar o número de células de gordura em um bebê para 100 bilhões (crianças com peso normal tem entre 25 a 30 bilhões de células de gordura)....
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Referências Bibliográficas:
Mahan, LK e Pees, JM Nutrição na Adolescência , 82, 124. St. Louis: Times Mirror / Mosby Colégio Publishing; Haskew, P. e Adams, CH Quando o alimento é uma palavra de quatro letras 82, 91. New Jersey: Prentice Hall Inc.; Lansky, V. Fat Proofing-Your Children , 16, 14. New York: Bantam Books; Mayer, J. excesso de peso: Causas, Custo e Controle , 36 -39. New Jersey: Prentice-Hall; Blum, PW de Saúde do Adolescente-Clinical Questões , 83. New York: Academic Press; Stunkard, A. e Mendelson, M. Obesidade e Imagem Corporal: Características I. de Perturbações na imagem corporal de algumas pessoas obesas . American Journal of Psychiatry. 123 (10): 1296-1300; Goulart, FS Além do bebê Fat , 1, 64. New York: McGraw Hill Book Co.; Schorr, BC e D. Sanjur e Erikson E. Hábitos Alimentares Adolescentes . Journal of the American Dietetic Association. (61): 415-419; Boeck, MA Manual de Avaliação Nutricional e Gestão do Adolescente , 13. Albert Einstein College of Medicine Medical Center / Montefiore.












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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A OBESIDADE NAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PODE LEVAR A SÉRIOS PROBLEMAS DE SAÚDE, COMO A PRESSÃO ALTA, QUE ERRONEAMENTE SE ATRIBUI OCORRER EM ADULTOS,

COMO OUTRAS ALTERAÇÕES, MAS ELAS TAMBÉM OCORREM NOS ADOLESCENTES, INDEPENDENTE DO COMPROMETIMENTO E ASSOCIAÇÃO COM AS ALTERAÇÕES DE COLESTEROL TOTAL, BOM COLESTEROL – HDL, MAL COLESTEROL – LDL, MGMIN COLESTEROL AGRESSIVO (PRINCIPALMENTE EM CRIANÇAS, INFANTIL, JUVENIL, E ADOLESCENTES COM DIABETES MELLITUS.

Embora raro na maioria dos adolescentes com peso normal, a pressão arterial alta, ou hipertensão, é mais comum em adolescentes com sobrepeso ou obesos; colesterol elevado: muito antes de ficar doente, os adolescentes obesos podem ter níveis anormais de lipídios no sangue, incluindo colesterol total alto, diminuição do bom colesterol HDL e altos níveis de mau colesterol LDL, de triglicérides e do Mgmin colesterol agressivo. Estes aumentam o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral quando uma pessoa fica mais velha; fígado gorduroso: esta condição é chamada de esteatose hepática, onde parte dos hepatócitos (células do fígado) são substituídas por adipócitos (células de gordura) é um processo que aumenta gradativamente se não forem tomadas providências sérias a curto prazo, porque o funcionamento do fígado fica comprometido; pseudo tumor cerebral: esta é uma causa rara em que ocorre dor de cabeça severa em adolescentes e adultos obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). Não há nenhum tumor, mas a pressão aumenta no cérebro. 
Além de dores de cabeça, sintomas podem incluir vômitos, andar instável, e problemas de visão que pode se tornar permanente se não for tratada; síndrome dos ovários policísticos (SOP): as meninas que estão acima do peso podem apresentar alterações da regularidade dos ciclos menstruais, podendo até haver amenorréia (falta da menstruação) e podem apresentar níveis elevados de testosterona (hormônio masculino) no sangue. Embora seja normal a mulher apresentar um nível de testosterona no sangue, quando ocorre o excesso de testosterona pode não ocorrer a ovulação (liberação do folículo) e este ficando retido aumenta a produção de testosterona que pode causar crescimento de pêlos em excesso, piora da acne, e queda acentuada dos cabelos, com oleosidade de pele e cabelos. A síndrome de ovário policístico está associada com a resistência à insulina, um precursor para o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2. Mulheres com sobrepeso também podem ter problemas de fertilidade; resistência à insulina e diabetes: Quando há excesso de gordura corporal, a insulina é menos eficaz na obtenção de glicose, principal fonte do corpo de energia para as células. É necessário mais insulina para manter o nível de glicemia normal. Para alguns adolescentes com sobrepeso (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) ou obesidade a resistência à insulina pode progredir para o diabetes mellitus tipo 2; além das complicações médicas, a obesidade na adolescência tem sérias conseqüências psicológicas. 
Adolescentes obesos têm baixa auto-estima, e acompanhamento de pacientes que eram obesos quando adolescentes mostra diferenças em resultados de longo prazo na vida adulta destes adolescentes, tais como: níveis mais baixos de educação; menor incidência de casamento; menor renda familiar; taxas mais elevadas de pobreza; depressão: as pessoas que são obesas são mais propensas à depressão e têm baixa auto-estima. Felizmente, nunca é tarde demais para fazer alterações que podem efetivamente controlar o peso e as complicações que ela causa. 

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
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Referências Bibliográficas:
Avaliado por: Mary L. Gavin, MD; Din-Dzietham R, Y Liu, Bielo MV, Shamsa F. tendências de alta pressão arterial em crianças e adolescentes em inquéritos nacionais de 1963 a 2002. Circulation 116 (13), 1488-1496 (2007); Feber J, Ahmed M. Hipertensão em crianças: novas tendências e desafios. Clin. Sci. (Lond.) 119 (4), 151-161 (2010); Falkner B. Hipertensão em crianças e adolescentes: epidemiologia e história natural. Pediatr. Nephrol. 25 (7), 1219-1224 (2010); Stabouli S, Kotsis V, Rizos Z, Toumanidis S, Karagianni C, Constantopoulos A. Massa ventricular esquerda em normotensos, as crianças pré-hipertensos e hipertensos e adolescentes. Pediatr. Nephrol. 24 (8), 1545-1551 (2009); Stabouli S, Kotsis V, Rizos Z, Toumanidis S, Karagianni C, Constantopoulos A. Massa ventricular esquerda em normotensos, as crianças pré-hipertensos e hipertensos e adolescentes. Pediatr. Nephrol. 24 (8), 1545-1551 (2009). 










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23 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEVEMOS NOS PREOCUPAR SE CRIANÇAS COM TENDÊNCIA À OBESIDADE

GOSTAM DE INGERIR ALIMENTOS MAIS SALGADOS E SE NÃO PRATICAM EXERCÍCIO FÍSICO, POIS SOMENTE A OBESIDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES É RESPONSÁVEL PELA HIPERTENSÃO ARTERIAL QUE ELES PODEM APRESENTAR.

As tendências crescentes de aumento de pressão arterial em crianças e adolescentes têm levado a grandes preocupações da classe médica por estar relacionada com a hipertensão cardiovascular. Apesar da hipertensão primária na infância estar comumente associada com a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral), parece que outros fatores, como o sódio na dieta e o exercício físico, também podem influenciar os níveis da pressão arterial em crianças e adolescentes. De acordo com as evidências atuais sobre a associação da ingestão de sal e a pressão arterial, uma atitude importante e racional é a restrição de sódio na dieta na prevenção da hipertensão em crianças e adolescentes geneticamente predispostas. Finalmente, os estudos de intervenção mostram que exercícios aeróbicos regulares podem reduzir significativamente a pressão arterial e restaurar alterações vasculares em pacientes pediátricos hipertensos obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). Tem-se observado a prevalência de hipertensão primária em crianças e adolescentes tem aumentado durante as últimas décadas. 
A consciência de que a hipertensão primária está aumentada, é devido à fácil detecção e classificação melhorada da prevalência da hipertensão primária nos jovens. Apesar da dificuldade em estimar a porcentagem exata de crianças com pressão arterial elevada, a prevalência da hipertensão primária pediátrica está presente em 1-5% das crianças e adolescentes de todas as faixas etárias. O aspecto mais importante de se identificar a prevalência da hipertensão primária entre crianças e adolescentes na população é porque através da pressão arterial se faz um rastreamento, se associando com a pressão arterial elevada na idade adulta. 
Com esse conceito, fatores que afetam a pressão arterial na infância, provavelmente para continuará a influenciar na prevalência da hipertensão arterial e nas doenças cardiovasculares em adultos. A prevalência documentada crescente de obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) infantil é responsável pelas tendências de pressão arterial elevada em crianças e adolescentes. No entanto, o ajuste para a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) explica apenas 29% do aumento da pressão arterial sistólica e 12% na pressão arterial diastólica, sugerindo que outros fatores, como o aumento da ingestão de sal e a baixa atividade física, também podem afetar as tendências da pressão arterial ao longo do tempo. 

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Din-Dzietham R, Y Liu, Bielo MV, Shamsa F. tendências de alta pressão arterial em crianças e adolescentes em inquéritos nacionais de 1963 a 2002. Circulation 116 (13), 1488-1496 (2007); Feber J, Ahmed M. Hipertensão em crianças: novas tendências e desafios. Clin. Sci. (Lond.) 119 (4), 151-161 (2010); Falkner B. Hipertensão em crianças e adolescentes: epidemiologia e história natural. Pediatr. Nephrol. 25 (7), 1219-1224 (2010); Stabouli S, Kotsis V, Rizos Z, Toumanidis S, Karagianni C, Constantopoulos A. Massa ventricular esquerda em normotensos, as crianças pré-hipertensos e hipertensos e adolescentes. Pediatr. Nephrol. 24 (8), 1545-1551 (2009); Stabouli S, Kotsis V, Rizos Z, Toumanidis S, Karagianni C, Constantopoulos A. Massa ventricular esquerda em normotensos, as crianças pré-hipertensos e hipertensos e adolescentes. Pediatr. Nephrol. 24 (8), 1545-1551 (2009). 










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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: COMPLICAÇÕES MÉDICAS E PSICOLÓGICAS CAUSADAS PELO SOBREPESO (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

DOENÇA DE BLOUNT (TIBIA VARA) : O EXCESSO DE PESO SOBRE OS OSSOS EM CRESCIMENTO PODE LEVAR A ESSA DEFORMIDADE ÓSSEA DA PARTE INFERIOR DAS PERNAS, AS PERNAS FICAM ARQUEADAS PELO EXCESSO DE PESO.

A obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) é uma má notícia para o corpo e a mente. A obesidade estressa (stress) o corpo com seu excesso de peso, fazendo com que você se sinta cansado, desconfortável, tenha dificuldade de se deslocar mesmo num espaço pequeno, sobrecarrega principalmente os ossos e articulações das pernas. À medida que as crianças e adolescentes com sobrepeso (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) ou obesidade envelhecem estão mais propensos a desenvolver diabetes mellitus e complicações cardiovasculares. Aqui temos alguns exemplos de complicações de saúde que costumam afetar crianças e adolescentes com sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral): Blount doença (tíbia rara): 
o excesso de peso sobre os ossos em crescimento pode levar a essa deformidade óssea da parte inferior das pernas, as pernas ficam arqueadas pelo excesso de peso. Asma: o sobrepeso e a obesidade nas crianças e adolescentes estão associadas a problemas respiratórios que podem tornar a vida do adolescente mais difícil para ficar com os amigos, praticar esportes, ou simplesmente caminhar de uma sala para outra; a apneia do sono : as crianças, adolescentes e inclusive adultos com sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) estão mais predispostos a apresentar apnéia do sono, que é quando a pessoa para temporariamente de respirar durante o sono, é um problema grave e é mais freqüente do que se possa pensar. A apnéia do sono não só interrompe o sono, pode deixar as pessoas se sentindo cansadas durante o dia e afeta sua habilidade de se concentrar e aprender. 
Ela também pode levar a problemas cardíacos; pressão arterial elevada: a criança e o adolescente com sobrepeso ou obesidade pelo aumento da massa corporal pode elevar a pressão arterial, o coração precisa bombear o sangue com mais força e as artérias que levam o sangue trabalham sob maior pressão. Se o problema persistir por um longo tempo, o coração e as artérias podem não funcionar tão bem quanto deveria.

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22 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: MENINAS ADOLESCENTES COM SOBREPESO OU OBESAS

(SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL)TÊM MAIS PROPENSÃO DE APRESENTAR UM COMPORTAMENTO SEXUAL DE ALTO RISCO, INICIANDO SUA VIDA SEXUAL MAIS CEDO, EM TORNO DOS 13 ANOS, NÃO COSTUMAM USAR PRESERVATIVOS, NEM CONTRACEPTIVOS E COSTUMAM TER EM TORNO DE 3 PARCEIROS.

Meninas adolescentes obesas (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) são mais propensas a desenvolver um comportamento sexual de maior risco do que suas colegas com peso normal, segundo pesquisadores no Congresso Americano de Obstetras e Ginecologistas da 58ª Reunião Anual Clínica. Após observações e estudos descobriu-se que meninas adolescentes obesas ou com sobrepeso estavam mais propensos a ter relações sexuais antes da idade de 13 anos e ter mais de 3 parceiros durante a vida, e estão menos propensas ao uso de preservativos ou contraceptivos. Anteriormente observou-se que a obesidade está relacionada com a má imagem corporal e com a baixa auto-estima que está associada a comportamentos de alto risco sexual, levando-se a hipótese de que as adolescentes com excesso de peso podem ser mais propensas a apresentar um comportamento sexual de risco. Devido à crescente taxa de obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) adolescente é importante se entender mais sobre elas.
Foram verificados dados de meninas adolescentes para analisar tendências em adolescentes com peso normal, sobrepeso e obesas. Foram observados seis diferentes comportamentos sexuais de risco, incluindo ou não se as adolescentes tiveram ou não relações sexuais, se tiveram a idade com que elas primeiro tiveram relações sexuais, e o número de parceiros sexuais. Também se avaliou os comportamentos como uso de álcool ou de drogas durante os encontros das adolescentes, e se tinham usado o preservativo ou qualquer forma de contracepção durante a sua última relação sexual. Quando os dados de diferentes grupos raciais e étnicos foram analisados, se descobriu que as mulheres negras e hispânicas foram as mais propensas a estar acima do peso ou obesas (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). No entanto, a raça não parece desempenhar um papel no comportamento sexual de risco entre as mulheres com sobrepeso ou obesidade, e nem idade ou grau escolar. Os resultados revelaram que o excesso de peso ou obesidade não afetou a história das adolescentes quanto a relações sexuais e se houve ou não uso de álcool ou drogas quando elas tiveram a última relação sexual. A iniciação sexual antes dos 13 anos, foi maior entre as meninas que tinham sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral), do que entre aquelas que estavam com peso normal. As adolescentes com sobrepeso ou obesas apresentaram 1/3 a mais de probabilidade de referir ter mais de 3 parceiros até aquele ponto da vida e apresentaram 1/5 a menos da probabilidade de usar preservativos do que suas colegas com peso normal.
As adolescentes com sobrepeso apresentaram 1/3 a menos de probabilidade de usar contraceptivo e as adolescentes obesas apresentaram quase menos da ½ de probabilidade de usarem contraceptivo nas suas relações sexuais, do que as adolescentes com peso normal. As implicações desta avaliação são que as adolescentes com sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) podem estar apresentando um comportamento sexual de alto risco facilitando a contaminação de infecções sexualmente transmissíveis e gravidez não planejada. Precisamos de uma maior compreensão de por que estas adolescentes estão buscando comportamentos de alto risco sexual para melhorar a sua identidade e estudarmos intervenções nas adolescentes de alto risco. É muito importante os ginecologistas, obstetras e clínicos saberem deste comportamento de alto risco sexual das adolescentes jovens com sobrepeso ou obesas (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral).
As adolescentes com sobrepeso ou obesidade não têm sido tradicionalmente reconhecidas como um grupo com uma alta probabilidade de comportamento sexual de risco. É necessário que todos saibam sobre sexo seguro, mas o excesso de peso ou obesidade durante a adolescência pode estimular um comportamento sexual de alto risco, que é importante sabermos para a aplicação em educação sexual e saúde pública. São necessárias pesquisas futuras para se saber sobre as razões que podem levar as adolescentes com sobrepeso ou obesas a apresentarem este comportamento sexual de alto risco, porque assim saberemos de que forma intervir junto a estas adolescentes com sobrepeso ou obesidade com um comportamento de alto risco sexual diferente do que fazem as adolescentes com peso normal.

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2. A iniciação sexual antes dos 13 anos, foi maior entre as meninas que tinham sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral), do que entre aquelas que estavam com peso normal...
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Referências Bibliográficas:

Margaret Villers, MD, e colegas da Universidade Médica da Carolina do Sul, em Charleston; Sarah Fox, MD, professor assistente em obstetrícia e ginecologia da Mulher e Hospital Infantes de Rhode Island e da Universidade Brown, em Providence; Congresso Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) Reunião Anual 58 Clínica. Apresentado 17 de maio de 2010; Youth Risk Behavior Study Survey; Centers for Disease Control and (CDC); 2010 (San Francisco, Califórnia).











Contato:
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Rua: Estela, 515 – Bloco D -12ºandar - Conj 121/122
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21 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TENDÊNCIA À OBESIDADE OU OBESOS

(SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) DEVEM SER TRATADOS E ACOMPANHADOS LOGO DE INÍCIO DEVIDO A CHANCE DE 80% DESTAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE SE TORNAR ADULTOS OBESOS, COM TODAS AS CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE. COMO AUMENTO DO RISCO DE COMPROMETIMENTO CARDIOVASCULAR; PRESSÃO ALTA; DIABETES MELLITUS TIPO 2;AUMENTO DO MAU COLESTEROL LDL, AUMENTO DO COLESTEROL TOTAL, AUMENTO DO VLDL COLESTEROL, AUMENTOS DOS TRIGLICÉRIDES, AUMENTO DA LIPOPROTEÍNA DE BAIXA DENSIDADE (LDL) - ANTERIORMENTE ENCONTRADA MAIS COMUMENTE EM DIABÉTICOS - É MAIS ATEROGÊNICA E GRUDA NA PAREDE ARTERIAL MUITO MAIS FACILMENTE DO QUE O “CONVENCIONAL” LDL, DIMINUIÇÃO DO BOM COLESTEROL HDL. 

Quando o peso está pouco acima do normal não se considera obesidade e sim sobrepeso. No entanto, as crianças e adolescentes podem indicar uma tendência em ganhar peso com facilidade e uma necessidade de mudanças nos hábitos de vida, principalmente dieta e exercício físico. Geralmente, uma criança ou uma adolescente não é considerada obesa até que seu peso atinja o valor de 10% superiores ao que é recomendado para a estatura e o tipo físico. A obesidade geralmente começa na infância entre as idades de 5 e 6 anos, e durante a adolescênciaEstudos têm demonstrado que uma criança que é obesa entre as idades de 10 e 13 anos tem uma chance de cerca de 80% de se tornar um adulto obeso. A obesidade é causada por fatores complexos que incluem fatores genéticos, fatores biológicos, comportamentais, culturais, fatores ambientais. A obesidade só ocorre quando há um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de calorias, onde o aporte é bem maior do que o gasto energético e se um dos pais é obeso, há uma grande chance de cerca de 50% de as crianças e adolescentes também se tornarem obesas. Já, quando ambos os pais são obesos, as crianças e adolescentes têm uma grande chance de cerca de 80% se tornarem obesas. Existem algumas doenças que podem causar obesidade, mas menos de 1% de toda a obesidade é causada por problemas orgânicos.
A obesidade na infância e na adolescência pode estar relacionada a: maus hábitos alimentares; comer muito além do necessário; falta de exercício físico ou seja, as crianças atualmente ficam muito tempo na frente de computadores e da TV; história familiar de obesidade; problemas endocrinológicos/problemas neurológicos; medicamentos como os esteróides, alguns medicamentos psiquiátricos; eventos estressantes na vida da criança ou adolescente como separações, divórcio, mortes, abusos; problemas familiares ou com os colegas; baixa auto-estima; bullying; depressão ou outros problemas emocionais. A obesidade leva a muitas consequências graves, como: aumento do risco de comprometimento cardiovascular; pressão alta; diabetes mellitus tipo 2; aumento do mau colesterol LDL, aumento do colesterol total, aumento do VLDL colesterol, aumentos dos triglicérides, aumento da lipoproteína de baixa densidade (LDL) - anteriormente encontrada mais comumente em diabéticos - é mais aterogênica e gruda na parede arterial muito mais facilmente do que o “convencional” LDL, diminuição do bom colesterol HDL; problemas respiratórios; problemas para dormir.
Em crianças e adolescentes a obesidade também está associada com aumento do risco de problemas emocionais. Adolescentes com problemas de peso tendem a ter muito mais baixa auto-estima e serem menos populares entre os seus colegas e são mais frequentemente motivos de chacota, bullying. Depressão, ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo também podem ocorrer.



Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. As crianças e adolescentes podem indicar uma tendência em ganhar peso com facilidade e uma necessidade de mudanças nos hábitos de vida, principalmente dieta e exercício físico ...
http://obesidadeinfantojuvenil2.blogspot.com/

2. A obesidade só ocorre quando há um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de calorias, onde o aporte é bem maior do que o gasto energético e se um dos pais é obeso, há uma grande chance de cerca de 50% de as crianças e adolescentes também se tornarem obesas...
http://obesidademeninos.blogspot.com/

3. Em crianças e adolescentes a obesidade também está associada com aumento do risco de problemas emocionais...
http://obesidadeinfantiljuvenil.wordpress.com



AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.



Referências Bibliográficas:
Din-Dzietham R, Y Liu, Bielo MV, Shamsa F. tendências de alta pressão arterial em crianças e adolescentes em inquéritos nacionais de 1963 a 2002. Circulation 116 (13), 1488-1496 (2007); Feber J, Ahmed M. Hipertensão em crianças: novas tendências e desafios. Clin. Sci. (Lond.) 119 (4), 151-161 (2010); Falkner B. Hipertensão em crianças e adolescentes: epidemiologia e história natural. Pediatr. Nephrol. 25 (7), 1219-1224 (2010); Stabouli S, Kotsis V, Rizos Z, Toumanidis S, Karagianni C, Constantopoulos A. Massa ventricular esquerda em normotensos, as crianças pré-hipertensos e hipertensos e adolescentes. Pediatr. Nephrol. 24 (8), 1545-1551 (2009); Stabouli S, Kotsis V, Rizos Z, Toumanidis S, Karagianni C, Constantopoulos A. Massa ventricular esquerda em normotensos, as crianças pré-hipertensos e hipertensos e adolescentes. Pediatr. Nephrol. 24 (8), 1545-1551 (2009).










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20 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: SE SEU FILHO OU FILHA É UMA CRIANÇA OBESA ESTEJA ATENTO AO FATO DE QUE

SE NÃO TRATAR DE SUA OBESIDADE AINDA ANTES DA ADOLESCÊNCIA HAVERÁ GRANDE POSSIBILIDADE DE LEVAR ESTA OBESIDADE QUE PODERÁ SER SEVERA, PELO RESTO DA VIDA.

A obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) na adolescência está ligada à obesidade grave na idade adulta, de acordo com os resultados de um estudo editado no Journal of the American Medical Association. Embora a prevalência da obesidade tem aumentado nos últimos anos, as pessoas que são obesas no início da vida não têm sido estudadas ao longo do tempo para determinar se elas desenvolverão uma obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) severa na idade adulta, limitando assim as intervenções efetivas para reduzir a incidência de obesidade grave e seu potencial risco de vida condições associadas.Foi avaliada a associação do peso na adolescência de pacientes com maior risco de obesidade severa na idade adulta. Com o uso de procedimentos padronizados, ou seja, a medida da estatura e do peso, foram efetuados exames realizados nas residências dos pacientes.
Foram avaliados casos de pacientes que no início da fase adulta desenvolveram obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) grave em se levando em consideração o sexo, a raça ou etnia e o nível de peso na adolescência. A adolescência foi definida como idade inferior a 20 anos e idade adulta como a idade de 20 anos ou mais. A obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) na adolescência foi definida como índice de massa corporal (IMC) de pelo menos 30,0 kg / m 2, levando-se em consideração a idade e o sexo, já a obesidade adulta foi definida com um IMC de 40,0 kg / m 2 ou mais. Após levar-se em consideração a raça ou etnia, a idade e o peso. Um pequeno percentual dos adolescentes que apresentaram obesidade severa, permaneceu severamente obesa na idade adulta, já um percentual maior de adolescentes que não apresentaram obesidade severa na adolescência apresentou obesidade adulta severa. Comparado com adolescentes com peso normal ou adolescentes com sobrepeso, os adolescentes obesos mostraram-se significativamente mais propensos a tornarem-se severamente obesos na idade adulta jovem.
A obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) na adolescência foi significativamente associada com maior risco de apresentar obesidade severa na idade adulta jovem, com variações por sexo e raça ou etnia. Entre os indivíduos que eram obesos quando adolescentes, a obesidade incidente grave foi de 37,1% nos homens e 51,3% em mulheres. A incidência da obesidade grave nas mulheres foi mais elevada entre as mulheres afro-descendentes em 52,4%. Os dados de uma representatividade pela amostragem etnicamente diversa sugerem uma elevada incidência de obesidade grave durante a transição da adolescência para a idade adulta. As implicações clínicas dessas tendências observadas são preocupantes, dada às co-morbidades e doenças crônicas associadas à obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) grave, como o diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, eventos cardiovasculares – como derrame (AVC), infarto agudo do miocárdio (IAM) e outros, diminuição do bom-colesterol HDL, aumento do mau-colesterol LDL, aumento do colesterol total, aumento dos triglicérides,o aumento do Mgmin - LDL ( MAU COLESTEROL - AGRESSIVO) OU WORST - LDL - COLESTEROL OU SUPER MAU COLESTEROL), esteatose hepática.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. A obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) na adolescência está ligada à obesidade grave na idade adulta...
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2. A obesidade na adolescência foi definida como índice de massa corporal (IMC) de pelo menos 30,0 kg / m 2, levando-se em consideração a idade e o sexo, já a obesidade adulta foi definida com um IMC de 40,0 kg / m 2 ou mais...
http://colesteroltriglicerides.blogspot.com/

3. Entre os indivíduos que eram obesos quando adolescentes, a obesidade incidente grave foi de 37,1% nos homens e 51,3% em mulheres...
http://esteatosehepatica.blogspot.com


AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO 
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Natalie S. A, PhD, da University of North Carolina em Chapel Hill, e colegas; JAMA. 2010; 304:2042-2047.










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http://drcaiojr.site.med.br/
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www.vanderhaagenbrazil.com.br
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